TV Digital – Chance e/ou válvula de escape para a Inclusão Digital em massa

TV Digital - Tecnologia aliada ao processo de Inclusão Digital

TV Digital - Tecnologia aliada ao processo de Inclusão Digital

Por Magno Martins

Atualmente, muitas suposições são feitas a respeito da implantação de um sistema de TV Digital no Brasil, entre elas a questão da inclusão social e digital, que deve ser promovida através da interatividade e da diversidade da programação, pois o indivíduo deixa de ver a TV e passa a interagir com o conteúdo do aparelho para serviços e funcionalidades, acarretando grandes mudanças nos hábitos de vida e de consumo do público brasileiro, além de poder oferecer textos, jogos, educação, informação e entretenimento a um público carente de conhecimento e com baixo índice de letramento digital.

Hoje, no Brasil, mais de 90% da população tem TV em casa, enquanto 75% da população tem acesso a internet. Devido a isso, uma das possibilidades estudadas no SBTV (Sistema Brasileiro de Televisão Digital) é levar à sociedade em geral as mesmas funções de um computador, dando acesso a e-mail, internet e a serviços on-line, inclusive a serviços públicos, como consulta ao saldo do FGTS, marcação de consultas médicas e atendimentos diversos. Além dessa inclusão digital em massa, o SBTV deverá promover a diversidade cultural do País e o aumento de informações e entretenimento, respondendo ao desafio de ser um instrumento que impulsione nosso desenvolvimento social, cultural, político, econômico e educacional.

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Inclusão e Exclusão Digital – Dois lados de uma mesma moeda no Brasil e no Mundo

A inclusão digital é geralmente definida num país pela relação entre a porcentagem de pessoas com acesso a computador e/ou Internet no domicílio e o total da população.

A inclusão digital é geralmente definida num país pela relação entre a porcentagem de pessoas com acesso a computador e/ou Internet no domicílio e o total da população.

Por Magno Martins

Antes de chegar ao conceito de inclusão e exclusão social, deve-se ressaltar que a pobreza não é um fenômeno isolado. A maneira como ela é definida e percebida depende do nível de desenvolvimento cultural, tecnológico e político de cada sociedade. A introdução de novos produtos, que passam a ser indicativos de uma condição de vida “civilizada” (seja telefone, eletricidade, geladeira, rádio ou TV), aumenta o patamar abaixo do qual uma pessoa ou família é considerada pobre.

A citação a seguir m ostra uma vertente da questão de inclusão como algo mais amplo: “Vivemos em um mundo de opulência sem precedentes. O regime democrático e participativo tornou-se o modelo preeminente de organização política. Os conceitos de direitos humanos e liberdade política hoje são parte da retórica prevalecente. As pessoas vivem, em média, muito mais tempo e as regiões do globo estão mais estreitamente ligadas nos campos das trocas e também quanto a idéias e ideais. Entretanto, vivemos igualmente em um mundo de privação e opressão extraordinárias no qual persistem a pobreza e necessidades essenciais não satisfeitas, fome, violação de liberdades, negligência para com as mulheres, e graves ameaças ao meio ambiente, tanto em países ricos, como em países pobres. Superar esses problemas é parte central do processo de desenvolvimento.” (SEN, 2000,pp.9-10).

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Ao conceito de Inclusão Digital… Entender o que de quê mesmo?

Inclusão Digital: O termo se refere na melhora de condições de vida de uma determinada comunidade ou região com a força da tecnologia.

Inclusão Digital: O termo se refere na melhora de condições de vida de uma determinada comunidade ou região com a força da tecnologia.

Por Magno Martins

Antes de mais nada, deve-se saber o significado de Inclusão Digital. O termo se refere na melhora de condições de vida de uma determinada comunidade ou região com a força da tecnologia. Originada do termo “digital divide”, onde na língua inglesa tem um significado parecido com “divisória digital”. Com estes significados em foco, as expressões como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes tornam-se parecidas e politicamente corretas.

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A Longa Montanha Russa do Marketing

 

Onde Comprar? Onde Vender?  Hoje pela WEB, por favor...

 

Evolução, inovação, reinvenção… Por quantos processos o Marketing passou por esses anos? Certamente milhares. Ainda mais para acompanhar todo o processo de crescimento da raça humana, que tende há crescer cada dia mais, ao invés de milhares de anos, como são acordados em disciplinas decorrentes em nosso longo processo de aprendizagem.

Todo o processo de Marketing foi evoluindo com o decorrer do tempo. Ao analisar suas práticas em projetos de TV, rádio e impresso, percebe-se que isso antes era o mais certo possível. Como por exemplo o seriado Made Man, que se focaliza nos publicitários dos anos 60, que têm todas as artimanhas para ter o público alvo aos seus pés.  Antigamente, conforme acordado em um dos episódios da série, era mais fácil convencer ao público de que o cigarro é algo sofisticado, sinal de poder e inteligência e assim, calando a medicina que constatou na mesma época que o cigarro era a porta mais aberta para a tão temida morte. Hoje, isso não é mais possível.

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Marketing Digital e Google Marketing

Panorama Geral sobre Marketing Digital

Considerando o surgimento da Internet ainda no século XX percebe-se que sua revolução começa a ser percebida de uma forma geral apenas no século XXI. Ressalta-se que em 2000, muitas empresas começaram a ver a Internet de uma forma negativa, deixando de lado os sites para divulgação de suas marcas e produtos.
Então, em 2002, o mercado WEB alavanca e aquece as expectativas das empresas com relação à WEB. As empresas começam a acreditar que a WEB é um excelente meio de divulgação de seus produtos para os mais diversos tipos de usuários.
Em 2004, o Marketing Digital ainda estava prematuro, pois os mecanismos de buscas não eram tão explorados, mas desde então, a idéia de que os mecanismos de buscas são fontes de rendas consideráveis já surgiram nestes tempos.
Com o crescimento de acessos de pessoas à Internet, graças às famosas Bandas Largas, o usuário começou a ganhar poder diante das empresas, opinando sobre seus produtos e serviços. As Redes Sociais começam a gerar a famosa WEB 2.0, tornando os usuários fornecedores de conteúdos de diversos tipos como Blog (ex. WordPress), imagens (ex. Flickr), músicas (ex. My Space) e etc. A relevância deste tipo de usuário levou muitas empresas a perceberem o novo tipo de clientes que elas precisavam captar que são esses os clientes que sabem exatamente o que desejam.
Desde então, o Marketing Digital ganhou uma força enorme diante deste panorama mundial da Internet. É necessário fazer um planejamento estratégico sobre as ações que serão tomadas e um planejamento de Marketing Digital eficaz para os diferentes tipos de ramos onde as empresas atuam no mercado competitivo.
Com o crescimento do Marketing Digital, quebra-se a regra de que sites devem ser totalmente animados em plataformas como o Flash. O novo conceito de site sai do padrão de “apenas um cartão de visitas” para os clientes. O conteúdo constantemente atualizado ganha novos esforços em mecanismos de busca, e as animações começam a serem reduzidas.
Outro ponto de vista consideravelmente errado está no fato de que as empresas investem muito mais em propaganda de massa do que na Internet. Parece equivocado, mas, com o surgimento da Internet, a Televisão começa a perder espaço para os internautas. Motivo? Bem, todos os usuários podem acessar o que desejarem na Internet, não apenas ser um expectador passivo, sendo massificado de informações muitas vezes indesejáveis. Segundo estudos, chegou-se a conclusão de que “o consumidor que depende da TV para saber sobre produtos é um consumidor encostado passível” e que “o consumidor que busca na internet sobre produtos é um consumidor curvado para frente”. Então, este novo consumidor digital é um usuário comum, com desejos e expectativas positivas sobre a marca.
As empresas devem entender que quando ela consegue fazer com que seu consumidor se sinta dono da empresa, é quando o mesmo defende a empresa diante de qualquer circunstância. Ou seja, a estratégia desta empresa foi totalmente eficaz com sucesso. Então, com isto, o consumidor se sente com a atenção voltada para suas expectativas e necessidades, sentindo-se importante para a empresa. Um ótimo catalisador para esse tipo de satisfação são as comunidades criadas em Redes Sociais (ex. Orkut), valorizando a empresa e seus produtos, com, muitas vezes, milhares e milhares de usuários.
Ainda segue uma tese de que, se as empresas querem conquistar as classes A e B, devem investir em Internet. Para conquistar as classes C, D e E, pode-se continuar com as propagandas de massa, porém, sem perder o foco na Internet. Deve-se considerar que, hoje em dia, um dos grandes empreendimentos para as classes menos desprovidas são as Lan Houses, onde as pessoas têm acesso à Internet.
Os anos gloriosos do Marketing estão mudando excessivamente no século XXI, pois o conceito de propaganda já está mudando totalmente. Empresas já não acreditam muito na TV, o que poderia ser uma heresia há 10 anos. Hoje, se não observar a internet como uma nova forma de captar clientes, empresas podem perder e feio para a concorrência. A Internet está ai para ficar e não há mais volta, todos estão entrando no mesmo barco e afunda quem desejar. A TV já é desvalorizada pelo público mais jovem, e este mesmo público prefere escolher seus conteúdos pela Internet do que ficar na frente da TV, sentindo-se obrigado a digerir toda aquela informação que muitas das vezes não condiz aos seus próprios conceitos.
Segundo a revista TIMES, a celebridade do ano é Você, o consumidor. As empresas, de diferentes ramos, estão focalizando de uma forma diferente seus consumidores, percebendo suas necessidades através da Internet e dando a voz para eles. Diversos comerciais hoje encontrados no Youtube, são realizados pelos consumidores. As empresas só tem a ganhar com isto, pois são seus consumidores, da vida real, que desejam colocar sua criatividade para alavancar a marca. Isto sim é uma excelente estratégia de marketing.
Então, percebe-se que a Internet é o melhor catalisador de novos consumidores, saber sobre suas opiniões e necessidades. As empresas podem investir de diferentes formatos estratégias para reter a atenção de seus clientes, como jogos e vídeos. Entreter o consumidor é melhor do que jogar apenas textos para que ele possa ler. O retorno de marca pela Internet é, sem dúvida, maior do que a TV, isto sim, com certeza.
O Google Imperador
Sabe-se, atualmente, que o Google é a empresa que mais cresce no mundo. Alguns apostam que o mesmo vai superar a Microsoft, já que a empresa não tem receio de investir em diversos tipos de serviços para facilitar a vida de um público cada vez mais exigente: qualquer um de nós.
Este crescimento do Google se deve ao seu grande conhecimento sobre o consumidor digital, entendendo suas necessidades e muitas vezes realizando desejos. Um exemplo claro seria o Gmail, pois é uma conta de email prática, de usabilidade inigualável, suportando diversos outros produtos do Google. Ou seja, seguir o rastro do Google na era do Marketing Digital é saber exatamente o que seu consumidor deseja, necessita.
Considera-se que hoje, o Brasil tem mais de 40 milhões de usuários da Internet, quase a metade dos usuários da América Latina. Ou seja, o Google cresce cada vez mais na América Latina do que no restante do mundo. Dado levado em consideração, uma vez que é muito eficaz investir em Marketing Digital no Brasil. Então, quanto mais se acessa os produtos do Google, mais poderosa a marca se solidifica. Considera-se que, hoje, o Orkut é o site mais acessado do Brasil, precedendo o segundo lugar para o mecanismo de busca do Google. Interessante ressaltar como dois produtos de uma única empresa com a capacidade de encabeçar a lista de sites mais acessados pelos usuários brasileiros. E hoje, é raro ver um usuário da Internet não precisar dos serviços do Google pelo menos uma vez por dia.
Com o poderoso mecanismo de busca do Google, pode-se saber quais são as palavras mais buscadas na Internet pelos usuários, descobrindo, assim, como o consumidor está pensando, necessitando e desejando diante da Internet.
Ao pesquisar assuntos diversos no mecanismo de busca do Google, percebe-se dois tipos de resultados: Links Patrocinado no lado direito (publicidade paga) e Busca Natural no lado esquerdo (Busca gratuita). Com 1500 fatores de classificação, o Google faz uma seleção criteriosa de sites que ocuparão os primeiros lugares no ranking do Google. Ou seja, quanto mais tiver pontuação, melhor a posição.
Vale ressaltar que, segundo pesquisas, o olhar do usuário começa apenas nos três primeiros links do site, ou seja, é muito importante estar no topo, pois é onde o cliente sempre localizará o site desejado. Deve-se criar estratégias necessárias para estar na primeira página, uma vez que 90% das buscas terminam antes de chegar na 4ª página, 62% dos usuários se limitam apenas na 1ª página e 36% dos usuários acreditam que as empresas que estão no topo do ranking do Google são as empresas líderes de mercado em seus respectivos seguimentos. Ou seja, esses motivos são mais do que importantes para ressaltar a importância de estar no top do Google.
Então, percebe-se com todos estes parâmetros que “ A melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”. Ou seja, há diversas formas de captar seus clientes utilizando Marketing Digital: newsletters, visibilidade, marketing viral (ex. Twitter).
Estratégias para estar no topo do Google
1º -É preferível ser o 1 º do que ser o melhor – Quando se tem uma boa posição no Google, é o Google que indica sua empresa, ou seja, uma excelente visibilidade via WEB.
2º Page Links: Criação no site uma área de Links, ou seja, o site indicando outros sites do mesmo seguimento, isto é um fator determinante para estar no Google, tornando o site importante para o Google.
3º Palavras-chaves: A empresa pode trabalhar bem as palavras-chaves em que o usuário busca no Google. Essas palavras devem ser as mesmas que sejam utilizadas em títulos das páginas, nos textos, na url e nas páginas do site.
4º Links Patrocinados: Hoje, o Google oferece um serviço de Links Patrocinados, onde o usuário busca no Google as palavras-chaves e as empresas aparecem no lado direito da página, sendo focado mais em publicidade do produto correlacionado. A empresa apenas paga quando o usuário clica no seu anúncio, e esse valor é, no mínimo, R$ 0,02. Hoje, o Link Patrocinado do Google, na América Latina, movimenta 300 milhões de reais, com crescimento de 100%.
As empresas devem se lembrar que o Brasil é o melhor país para se trabalhar com Marketing Digital, onde se tem mais de 40 milhões de usuários e que o brasileiro é o que mais passa tempo em frente à Internet.
As empresas devem também enfatizar uma boa campanha de Marketing Digital, levando em consideração as seguintes vertentes:
– Palavra-Chave: Devem ser específicas para empreendimentos diferentes;
– Público Alvo: A empresa pode cadastrar o site no Google Analytics e ver qual é o público que está acessando seus conteúdos, independentemente de qual parte do mundo. Ou seja, a empresa pode trabalhar com peso em diferentes locais, tornando a divulgação da empresa eficaz;
– Produto: O design é fundamental para o produto da empresa. O site deve conter locais de cores quentes, com conteúdos relevantes, para que o cliente acesse. O conteúdo mais relevantes sempre deve estar antes da barra de rolagem. Seguir a regra de que o usuário precisa de clicar até três vezes para chegar ao conteúdo. Sempre, sempre montar o site em HTML, pois o Google não tem como ler o código por trás de plataformas como o Flash. Animação pode até ser bem vinda, porém reservar apenas em pequenos espaços como banners;
-Promoção: A empresa deve criar o hábito de enviar aos seus clientes newsletter frequentemente, ampliar seus contatos e abordar clientes em Redes Sociais, se possível, colocar vídeos da empresa no Youtube, Yahoo Vídeos e etc;
Em síntese, pode-se concluir que o Marketing Digital está elevando as empresas que têm a mente aberta para uma nova dimensão totalmente inovadora e eficaz, buscando atender os seus clientes, perceber suas necessidades via Web e oferecer, para uma sociedade totalmente tecnológica e avançada, uma melhor visão do mundo através da Internet.
Estudo analítico sobre Marketing Digital

Estudo analítico sobre Marketing Digital

Por Magno Martins

 

Panorama Geral sobre Marketing Digital

Considerando o surgimento da Internet ainda no século XX percebe-se que sua revolução começa a ser percebida de uma forma geral apenas no século XXI. Ressalta-se que em 2000, muitas empresas começaram a ver a Internet de uma forma negativa, deixando de lado os sites para divulgação de suas marcas e produtos.

Então, em 2002, o mercado WEB alavanca e aquece as expectativas das empresas com relação à WEB. As empresas começam a acreditar que a WEB é um excelente meio de divulgação de seus produtos para os mais diversos tipos de usuários.

Em 2004, o Marketing Digital ainda estava prematuro, pois os mecanismos de buscas não eram tão explorados, mas desde então, a idéia de que os mecanismos de buscas são fontes de rendas consideráveis já surgiram nestes tempos.

Com o crescimento de acessos de pessoas à Internet, graças às famosas Bandas Largas, o usuário começou a ganhar poder diante das empresas, opinando sobre seus produtos e serviços. As Redes Sociais começam a gerar a famosa WEB 2.0, tornando os usuários fornecedores de conteúdos de diversos tipos como Blog (ex. WordPress), imagens (ex. Flickr), músicas (ex. My Space) e etc. A relevância deste tipo de usuário levou muitas empresas a perceberem o novo tipo de clientes que elas precisavam captar que são esses os clientes que sabem exatamente o que desejam.

Desde então, o Marketing Digital ganhou uma força enorme diante deste panorama mundial da Internet. É necessário fazer um planejamento estratégico sobre as ações que serão tomadas e um planejamento de Marketing Digital eficaz para os diferentes tipos de ramos onde as empresas atuam no mercado competitivo.

Com o crescimento do Marketing Digital, quebra-se a regra de que sites devem ser totalmente animados em plataformas como o Flash. O novo conceito de site sai do padrão de “apenas um cartão de visitas” para os clientes. O conteúdo constantemente atualizado ganha novos esforços em mecanismos de busca, e as animações começam a serem reduzidas.

Outro ponto de vista consideravelmente errado está no fato de que as empresas investem muito mais em propaganda de massa do que na Internet. Parece equivocado, mas, com o surgimento da Internet, a Televisão começa a perder espaço para os internautas. Motivo? Bem, todos os usuários podem acessar o que desejarem na Internet, não apenas ser um expectador passivo, sendo massificado de informações muitas vezes indesejáveis. Segundo estudos, chegou-se a conclusão de que “o consumidor que depende da TV para saber sobre produtos é um consumidor encostado passível” e que “o consumidor que busca na internet sobre produtos é um consumidor curvado para frente”. Então, este novo consumidor digital é um usuário comum, com desejos e expectativas positivas sobre a marca.

As empresas devem entender que quando ela consegue fazer com que seu consumidor se sinta dono da empresa, é quando o mesmo defende a empresa diante de qualquer circunstância. Ou seja, a estratégia desta empresa foi totalmente eficaz com sucesso. Então, com isto, o consumidor se sente com a atenção voltada para suas expectativas e necessidades, sentindo-se importante para a empresa. Um ótimo catalisador para esse tipo de satisfação são as comunidades criadas em Redes Sociais (ex. Orkut), valorizando a empresa e seus produtos, com, muitas vezes, milhares e milhares de usuários.

Ainda segue uma tese de que, se as empresas querem conquistar as classes A e B, devem investir em Internet. Para conquistar as classes C, D e E, pode-se continuar com as propagandas de massa, porém, sem perder o foco na Internet. Deve-se considerar que, hoje em dia, um dos grandes empreendimentos para as classes menos desprovidas são as Lan Houses, onde as pessoas têm acesso à Internet.

Os anos gloriosos do Marketing estão mudando excessivamente no século XXI, pois o conceito de propaganda já está mudando totalmente. Empresas já não acreditam muito na TV, o que poderia ser uma heresia há 10 anos. Hoje, se não observar a internet como uma nova forma de captar clientes, empresas podem perder e feio para a concorrência. A Internet está ai para ficar e não há mais volta, todos estão entrando no mesmo barco e afunda quem desejar. A TV já é desvalorizada pelo público mais jovem, e este mesmo público prefere escolher seus conteúdos pela Internet do que ficar na frente da TV, sentindo-se obrigado a digerir toda aquela informação que muitas das vezes não condiz aos seus próprios conceitos.

Segundo a revista TIMES, a celebridade do ano é Você, o consumidor. As empresas, de diferentes ramos, estão focalizando de uma forma diferente seus consumidores, percebendo suas necessidades através da Internet e dando a voz para eles. Diversos comerciais hoje encontrados no Youtube, são realizados pelos consumidores. As empresas só tem a ganhar com isto, pois são seus consumidores, da vida real, que desejam colocar sua criatividade para alavancar a marca. Isto sim é uma excelente estratégia de marketing.

Então, percebe-se que a Internet é o melhor catalisador de novos consumidores, saber sobre suas opiniões e necessidades. As empresas podem investir de diferentes formatos estratégias para reter a atenção de seus clientes, como jogos e vídeos. Entreter o consumidor é melhor do que jogar apenas textos para que ele possa ler. O retorno de marca pela Internet é, sem dúvida, maior do que a TV, isto sim, com certeza.

O Google Imperador

Sabe-se, atualmente, que o Google é a empresa que mais cresce no mundo. Alguns apostam que o mesmo vai superar a Microsoft, já que a empresa não tem receio de investir em diversos tipos de serviços para facilitar a vida de um público cada vez mais exigente: qualquer um de nós.

Este crescimento do Google se deve ao seu grande conhecimento sobre o consumidor digital, entendendo suas necessidades e muitas vezes realizando desejos. Um exemplo claro seria o Gmail, pois é uma conta de email prática, de usabilidade inigualável, suportando diversos outros produtos do Google. Ou seja, seguir o rastro do Google na era do Marketing Digital é saber exatamente o que seu consumidor deseja, necessita.

Considera-se que hoje, o Brasil tem mais de 40 milhões de usuários da Internet, quase a metade dos usuários da América Latina. Ou seja, o Google cresce cada vez mais na América Latina do que no restante do mundo. Dado levado em consideração, uma vez que é muito eficaz investir em Marketing Digital no Brasil. Então, quanto mais se acessa os produtos do Google, mais poderosa a marca se solidifica. Considera-se que, hoje, o Orkut é o site mais acessado do Brasil, precedendo o segundo lugar para o mecanismo de busca do Google. Interessante ressaltar como dois produtos de uma única empresa com a capacidade de encabeçar a lista de sites mais acessados pelos usuários brasileiros. E hoje, é raro ver um usuário da Internet não precisar dos serviços do Google pelo menos uma vez por dia.

Com o poderoso mecanismo de busca do Google, pode-se saber quais são as palavras mais buscadas na Internet pelos usuários, descobrindo, assim, como o consumidor está pensando, necessitando e desejando diante da Internet.

Ao pesquisar assuntos diversos no mecanismo de busca do Google, percebe-se dois tipos de resultados: Links Patrocinado no lado direito (publicidade paga) e Busca Natural no lado esquerdo (Busca gratuita). Com 1500 fatores de classificação, o Google faz uma seleção criteriosa de sites que ocuparão os primeiros lugares no ranking do Google. Ou seja, quanto mais tiver pontuação, melhor a posição.

Vale ressaltar que, segundo pesquisas, o olhar do usuário começa apenas nos três primeiros links do site, ou seja, é muito importante estar no topo, pois é onde o cliente sempre localizará o site desejado. Deve-se criar estratégias necessárias para estar na primeira página, uma vez que 90% das buscas terminam antes de chegar na 4ª página, 62% dos usuários se limitam apenas na 1ª página e 36% dos usuários acreditam que as empresas que estão no topo do ranking do Google são as empresas líderes de mercado em seus respectivos seguimentos. Ou seja, esses motivos são mais do que importantes para ressaltar a importância de estar no top do Google.

Então, percebe-se com todos estes parâmetros que “ A melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”. Ou seja, há diversas formas de captar seus clientes utilizando Marketing Digital: newsletters, visibilidade, marketing viral (ex. Twitter).

Estratégias para estar no topo do Google

1º -É preferível ser o 1 º do que ser o melhor – Quando se tem uma boa posição no Google, é o Google que indica sua empresa, ou seja, uma excelente visibilidade via WEB.

2º Page Links: Criação no site uma área de Links, ou seja, o site indicando outros sites do mesmo seguimento, isto é um fator determinante para estar no Google, tornando o site importante para o Google.

3º Palavras-chaves: A empresa pode trabalhar bem as palavras-chaves em que o usuário busca no Google. Essas palavras devem ser as mesmas que sejam utilizadas em títulos das páginas, nos textos, na url e nas páginas do site.

4º Links Patrocinados: Hoje, o Google oferece um serviço de Links Patrocinados, onde o usuário busca no Google as palavras-chaves e as empresas aparecem no lado direito da página, sendo focado mais em publicidade do produto correlacionado. A empresa apenas paga quando o usuário clica no seu anúncio, e esse valor é, no mínimo, R$ 0,02. Hoje, o Link Patrocinado do Google, na América Latina, movimenta 300 milhões de reais, com crescimento de 100%.

As empresas devem se lembrar que o Brasil é o melhor país para se trabalhar com Marketing Digital, onde se tem mais de 40 milhões de usuários e que o brasileiro é o que mais passa tempo em frente à Internet.

As empresas devem também enfatizar uma boa campanha de Marketing Digital, levando em consideração as seguintes vertentes:

– Palavra-Chave: Devem ser específicas para empreendimentos diferentes;

– Público Alvo: A empresa pode cadastrar o site no Google Analytics e ver qual é o público que está acessando seus conteúdos, independentemente de qual parte do mundo. Ou seja, a empresa pode trabalhar com peso em diferentes locais, tornando a divulgação da empresa eficaz;

– Produto: O design é fundamental para o produto da empresa. O site deve conter locais de cores quentes, com conteúdos relevantes, para que o cliente acesse. O conteúdo mais relevantes sempre deve estar antes da barra de rolagem. Seguir a regra de que o usuário precisa de clicar até três vezes para chegar ao conteúdo. Sempre, sempre montar o site em HTML, pois o Google não tem como ler o código por trás de plataformas como o Flash. Animação pode até ser bem vinda, porém reservar apenas em pequenos espaços como banners;

-Promoção: A empresa deve criar o hábito de enviar aos seus clientes newsletter frequentemente, ampliar seus contatos e abordar clientes em Redes Sociais, se possível, colocar vídeos da empresa no Youtube, Yahoo Vídeos e etc;

Em síntese, pode-se concluir que o Marketing Digital está elevando as empresas que têm a mente aberta para uma nova dimensão totalmente inovadora e eficaz, buscando atender os seus clientes, perceber suas necessidades via Web e oferecer, para uma sociedade totalmente tecnológica e avançada, uma melhor visão do mundo através da Internet.

Revolução Industrial & Revolução da Informação ou Revolução Industrial x Revolução da Informação?

Ao analisar estes aspectos profundos que a sociedade tem se submetido nos últimos séculos, percebemos o quanto a sociedade evoluiu em pouco tempo.
Por Magno Martins

Com o advento da tecnologia avançada atualmente, percebe-se que a vida do ser humanos vem mudando cada vez mais a cada dia. Novas tecnologias são lançadas, o modo de vida totalmente diversificado, com opções para todos dos tipos de gostos. Enfim, a tecnologia consegue sanar a vontade do homem ter seus desejos realizados.

Mas se olhar para trás, ou até mesmo abrir um livro do 2º grau (isso se não for buscar um e-book pela internet), toda essa Revolução da Informação é um processo totalmente parecido com o a Revolução Industrial, ocorrida entre o século XIX e século XX. As explosivas indústrias têxteis, que turbinavam a economia e os bolsos dos grandes donos das fábricas, tiveram um início bem parecido como hoje da Revolução da Informação. Se traçar uma linha do tempo e compará-las uma com a outra, pode-se perceber que o processo lento da Revolução da Informação no final do século XX é o mesmo processo que se passou na Revolução Industrial no final do século XIX. Após o início do século XIX, a Revolução Industrial tomou grandes proporções, quebrando totalmente a linha do Feudalismo, onde as pessoas viviam nos campos, trabalhando para ter apenas o que comer, levando à todos para uma revolução de pensamentos, ideologia  e ritmos de vida. Nessa época, mesmo sendo um trabalho exaustivo, com mais de 12 horas diárias, as pessoas estavam neste processo, sustentando a Revolução Industrial. Comparando com a Revolução da Informação, após o início do século XX, a tecnologia tomou um alavanco, que parece não terminar mais. Hoje, as pessoas tem a necessidade de se manterem atualizadas 24 horas por dia, 7 dias por semana. O novo modo de vida mudou ainda mais, levando pessoas a ficarem o dia todo diante da internet, como um novo meio de trabalho, independentemente da área     que se especializou.

Já dizendo 24 horas por dia e 7 dias por semana, a Internet aborda isso e muito bem, obrigado. Hoje as pessoas são interligadas na internet, completamente o tempo todo. Com toda essa “ambição pela informação”, percebe-se a importância do Comércio Eletrônico. Podemos comparar o Comércio Eletrônico com as estradas de ferro, mais conhecidas como Ferrovias, onde as ferrovia na Era da Revolução Industrial quebrou barreiras e atravessou fronteira,e, hoje, o Comércio Eletrônico provocou um choque ainda maior: unir todo o globo terrestre através da Internet, onde se pode comercializar, trocar e leiloar qualquer tipo de produto (onde, muitas vezes, infelizmente, até pessoas se vendem por estes lados, mas não é esse o foque daqui), tornando-se um dos empreendimentos que mais crescem no mundo, com lucratividade abrangente que preenche os olhos de quem deseja viver apenas disso.

A tão comentada Internet, como um meio de comunicação pode ser tão única diante de tudo isso, capaz de dividir opiniões diversas. A Internet hoje tem provocado, e muito, discussões pelo mundo afora. Muito se diz que a Internet separou ainda mais os membros da família, em diversos aspectos. Hoje, infelizmente ou não, é raro ver uma família toda reunida para um jantar ou em alguma atividade fora de casa. Os jovens e até mesmos os adultos estão cada vez mais mergulhados no novo conceito de sociedade que está se aflorando: Redes Sociais. Hoje, pode-se ser quem quiser na internet, conquistar um romance, ir ao cinema (pra não dizer download ilegal de filmes) e as diversas outras formas de entretenimento. Hoje a TV está cada vez mais perdendo seu espaço diante deste impacto profundo que é a Internet. Cinema, Teatro, Galerias de Artes? Bem, melhor deixar isso para um público mais cult. Hoje as pessoas vivem suas vidas diante de uma tela de computador, as crianças parecem que já absorvem toda essa tecnologia ainda no ventre de sua mãe, enfim, o conceito de vida modificado mais uma vez. Redes de amigos que fazem conferências via chat, com vídeo, áudio, super cômodo, porém, como sempre, as pessoas cada vez mais distantes, apenas presentes por bits, bytes, megabytes e por ai vai.

A religião? Bem, o tempo todo a religião é afetada por tudo isso. Mas não é desde agora. Todos conhecem muito bem todas as fases da religião, com seus altos e baixos. E a religião sempre sofre com esses impactos que o ser humano vem tornando realidade. Após a Revolução Industrial, a religião perdeu e muito de seus fiéis. Todo aquele terrorismo entre verdades e mentiras sobre o céu e o inferno foram perdendo a força. Por que? Bem, desde aquela época, a informação começou a ser massificada, todos (melhor dizendo, quase todos) tinham acesso á informação através de rádio, tv, livros, jornais, revistas e por ai vai. Com esta força toda, a religião começa a ser fragmentada e segmentada, e hoje, por exemplo, é comum vermos 3 igrejas de diferentes filosofias em um mesmo quarteirão. Pode até parecer loucura, mas é realidade.

Então, por fim, vemos que até o mundo profissional sofreu modificações boas (ou não) em suas estruturas. Hoje, percebe-se que existem milhares de sites com cadastros de currículos, onde quem tem experiência ou não estão cada vez mais informados, ressaltando que, com o bug de informações que existem, todos passam a ter acesso, e então, sejam bem-vindos os autodidatas. Assim, o mercado fica cada vez mais competitivo. O lema agora é ter diferencial, competitividade e conhecimento. Se antes, na época da Revolução Industrial a hierarquia do trabalho era apenas entre chefe e empregados, hoje todo este cenário torna-se inadequado. Hoje, as empresas estão cada vez mais interessadas em profissionais com conhecimento, criatividade e pró-atividade. Pode parecer estranho, mas hoje não se tem visão do abismo entre chefes e empregados. Hoje são profissionais que trabalham em equipe para desenvolverem um objetivo comum. E muitas das vezes, isso se torna ainda mais estreito, onde podem se tornar até sócios de um novo empreendimento.

Ao analisar estes aspectos profundos que a sociedade tem se submetido nos últimos séculos, percebemos o quanto a sociedade evoluiu em pouco tempo. Muitas coisas aconteceram, muita gente se sacrificou e muito para que tudo isto esteja como está hoje. Onde tudo isso um dia pode parar, bem, não dá pra pressentir. Quem sabe hoje a noite, quando todos virarem para seus computadores para viverem seu novo modo de vida, uma nova revolução esteja acontecendo. Qualquer insight, joga no Google para ver se outra pessoa tem a mesma idéia, senão… deixe a adrenalina da revolução percorrer pelo corpo (mas pense bem, porque talvez seja melhor desligar o computador e ler um livro).